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  • Eduardo Mello

A Água - Marinha e o nosso lugar no mundo.

A Água Marinha é a minha pedra favorita para equilibrar as questões do chakra laríngeo. É neste chakra que trabalhamos as diversas facetas de nossa EXPRESSÃO, é aqui que traduzimos nossos impulsos interiores em Palavras, Gestos, Olhares e Ações. É no equilíbrio deste chakra que conseguimos expressar de maneira fidedigna quem somos para o mundo exterior. Aqui nosso SER se une ao nosso PROPÓSITO para cumprir o PAPEL que nos cabe nessa grande Teatro da Vida. Nesse sentido, O PULO DO GATO se dá quando entendemos que quando voltamos a pertencer a nós mesmos e ocupamos NOSSO LUGAR no mundo, voltamos a encaixar a nossa “pecinha” na GRANDE ENGRENAGEM da vida. Quando ocupamos nosso lugar, voltamos a nos integrar com o todo e passamos a fazer parte da ENGRENAGEM MAIOR. Nesse ponto deixamos de caminhar SOZINHOS, trabalhamos para o TODO e o TODO trabalha para nós. A vida passa a JOGAR DO NOSSO LADO, a mostrar o caminho, abrir as portas e nos pedir apenas para AGIR. É aqui que a coisa fica realmente legal! Sim, também é verdade que nem sempre é fácil achar nosso lugar na vida, nosso propósito. Mas sugiro apenas um olhar VERDADEIRO para dentro de si, busque fazer coisas que fazem o coração bater mais forte e o olho brilhar, ESSE É O CAMINHO. Vale a pena confiar, afinal porque trabalhar sozinho se podemos ter toda à VIDA do nosso lado? Basta fazermos a nossa parte, nos RE conectar com quem somos, e ter coragem para SER no mundo. O resto é só deixar fluir. Esse é o aspecto mais profundo que acesso quando trabalho com a Água Marinha.

Apenas SENDO NÓS MESMOS podemos encontrar a verdadeira Paz de Espírito. Em um mundo cheio de imagens idealizadas, eus falsos, preocupação excessiva com a opinião alheia, aonde as redes sociais são a vitrine por onde os Eus são expostos, que não deixemos que o outro diga o que devemos ser, que sejamos o que nossos corações anseiam e que lembremos que a verdadeira virtude está na força de passar por cima do estabelecido para viver a verdade única de cada ser, mesmo que essa verdade não agrade ao “público” que, ao dizer te admirar, na verdade quer te controlar.


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