• Eduardo Mello

CALCITA ÓTICA (ESPATO DA ISLÂNDIA)



Existem diversos ângulos, possibilidades e pontos de vista. Tudo é relativo ao que ponto se está observando.



A Calcita Ótica faz parte da família das calcitas e possui um formato muito peculiar, de romboedro, que quando transparente, apresenta a propriedade de bi-refração, ou seja, se colocarmos ela em cima de uma linha reta traçada em um papel e olharmos por cima do cristal, veremos duas linhas, ela “quebra” a luz em duas (essa é uma explicação não técnica, apenas para fins ilustrativos). É por esse efeito que ela recebe esse nome, Calcita Ótica.


Em termos energéticos é um cristal de sétimo chakra e nos ajuda a ver as situações de diversos ângulos diferentes, mostrando que existem diversas verdades coexistindo simultaneamente e que se olharmos por outro ponto de vista poderemos mudar nossa opinião, achar outros caminhos e até parar de julgar determinada pessoa.


Ela expande as possibilidades, seja para enxergar novas saídas para uma situação, seja para compreender pontos de vista que nem sempre são claros, evitando assim o julgamento e a perda de oportunidades de aprendizado com o “diferente”. Talvez caia bem um trecho de uma das leis herméticas que diz assim: “...Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados".


De um ponto de vista mais elevado ela trabalha a capacidade de compreender o conceito de MULTIDIMENSIONALIDADE, ou seja, que existem várias dimensões em nossa realidade, e não apenas as três conhecidas. A ciência teórica chegou, através da teoria das supercordas em 11 dimensões possíveis. Hoje em dia falar de dimensões não é mais exclusividade dos espiritualistas, até a ciência, já fazem décadas, estuda essas possibilidades.


Outro ponto muito interessante deste cristal peculiar é que ele também é conhecido com a PEDRA DO SOL VIKING, pois com ela eles conseguiam saber a direção do sol mesmo em dias nebulosos e encobertos. Como lá na parte superior do hemisfério norte quase não escurece, os vikings não tinham as estrelas para ajudar na navegação e por isso precisavam usar o Sol, mas com dias encobertos poderiam se perder pois o Sol não era visto. Descobriram que com as propriedades óticas deste cristal, e um mecanismo de utilização dela não muito fácil de explicar, era possível encontrar o Sol e se orientar em suas navegações.


Apesar de ser de sétimo chakra, o uso no sexta chakra também é muito recomendado, principalmente quando se faz necessário enxergar novas possibilidades e caminhos alternativos.



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