• Eduardo Mello

LINGAM - SHIVA LINGAM

Atualizado: 9 de jul.





Ancorando e curando o aspecto masculino na criança interna.



O Lingam é uma pedra que é diferente do demais cristais, pois para que se possa compreender sua energia se faz necessário contextualizar sua origem. Essa pedra, de formato ovalado, chega na sua forma através de um processo que envolve a mão humana, ele não é encontrado assim na natureza. Algumas famílias, pegam as pedras brutas no rio Nármada, na Índia, e fazem seu corte e polimento até chegar no formato do Lingam.


Suas propriedades energéticas estão diretamente ligadas ao entendimento de sua origem dentro do hinduísmo, que é o grupo das religiões da Índia que compartilham do mesmo tronco mitológico. O Shiva Lingam leva esse nome pois represente o Deus Shiva, Shiva faz parte da Trindade Hindu, que é constituída por Brahma, Vishnu e Shiva, o que para o Cristianismo seria o equivalente a trindade Pai, Filho e Espírito Santo.

O princípio masculino da criação, representado por Shiva no hinduísmo, e o Pai no Cristianismo, que podemos trabalhar quando usamos o Lingam. Na literatura hindu vemos Shiva como o transformador, ou destruidor, responsável pela energia de mudança, de enfrentamento e finalização/início de novos ciclos. É essa energia bastante Yang (masculina), que banca as mudanças e desafios da vida, que podemos trazer quando trabalhamos com o Lingam. É um energia de estrutura e força.

Em termos terapêuticos ele pode ser utilizado por pessoas com dificuldades com a figura masculina, pai ausente, alcóolatra, castrador, omisso e assim vai. São pessoas que tendem a ter esses atributos masculinos enfraquecidos e podem se tornar pessoas omissas, fracas ou com uma grande necessidade de auto-aprovação. São pessoas geralmente inseguras e que possuem dificuldade de bancar os desafios da vida, ou pessoas que, por serem inseguras, acabam fazendo de tudo para se provarem, serem os melhores em tudo, com o intuito de suprirem essa carência interna gerada pela falta da figura nutridora masculina.


O professor Antônio Duncan dizia que esse cristal pode ser usado para trabalhar a falta de amor na primeira infância, e que é um grande auxiliar na integração masculino/feminino na criança interna. Pois, apesar de atuar mais no aspecto Yang, quando um dos pólos está bem trabalho o outro passa a ser visto de maneira mais clara e passa a ser mais facilmente integrado.


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